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NRF 2026: O Varejo Entrou Definitivamente na Era do “Agora”

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NRF 2026: O Varejo Entrou Definitivamente na Era do “Agora”

Hoje foi apenas o primeiro dia da NRF 2026: Retail’s Big Show, mas uma coisa já ficou evidente:
o varejo entrou definitivamente na fase da execução.

Realizada pela National Retail Federation, a NRF mais uma vez transformou Nova York no grande termômetro global do setor. E logo no Day 1, o tom foi claro: menos promessas futuras, mais decisões concretas acontecendo agora.

O tema “The Next Now” não apareceu como slogan. Ele foi sentido nas conversas, nos palcos e no chão da feira.

Menos tendência. Mais realidade.

O primeiro dia da NRF 2026 mostrou um varejo mais maduro.
As discussões saíram do “o que vem aí” e entraram um pouco mais no “o que já está funcionando”.

Claro, vale lembrar que ainda estão todos decifrando o melhor uso da IA. E muitos CEOs assumem que ainda estão em período de testes em várias frentes.

O varejo global parece ter entendido algo essencial:

tecnologia sem cultura, processo e liderança não sustenta crescimento.

E isso ficou evidente nos principais temas que dominaram o evento.

A sensação geral foi de pragmatismo:

  • menos buzzwords

  • menos projeções distantes

  • mais foco em impacto real, eficiência e experiência

Inteligência Artificial: quando o hype vira operação

A Inteligência Artificial foi onipresente, o que já esperávamos, mas com uma abordagem muito mais pragmática.

Na NRF 2026, a IA deixou de ser vitrine e passou a ser infraestrutura de negócio.

Os principais usos destacados foram:

  • Personalização em tempo real da jornada do cliente

  • Previsão de demanda e otimização de estoques

  • Agentes autônomos apoiando atendimento, vendas e operações

  • Integração da IA com decisões humanas, e não substituição cega

O discurso foi claro: IA não é sobre substituir pessoas, é sobre potencializá-las.

A loja física não morreu. Ela amadureceu.

Outro ponto incontestável da NRF 2026 foi a valorização do espaço físico.
Mas não como ele era antes.

A loja passa a ser:

  • Centro de experiência

  • Fonte rica de dados comportamentais

  • Espaço de relacionamento, construção de marca e comunidade

  • Ambiente onde cultura e propósito ficam visíveis

A venda acontece ali, sim.
Mas o vínculo emocional com a marca também.

 

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