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NRF 2026 | Dia 2 Quando a IA deixa de ser promessa e vira operação

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NRF 2026 | Dia 2 - Quando a IA deixa de ser promessa e vira operação


O segundo dia da NRF 2026 deixou uma mensagem ainda mais clara do que o primeiro. A lógica mudou.

Não se fala mais em testar IA. Fala-se em operar negócios em um modelo AI first.
Isso apareceu de forma muito objetiva nos painéis, nas soluções expostas e nos cases apresentados.

IA como infraestrutura, não como ferramenta

O ponto central do Dia 2 foi entender que a IA deixou de ser um projeto paralelo ou uma camada tecnológica adicional.
Ela está se tornando infraestrutura de decisão.

As empresas que avançaram não foram as que simplesmente adotaram tecnologia, mas aquelas que organizaram dados,
criaram governança, alinharam times, conectaram tecnologia à estratégia e, principalmente, à experiência do cliente.

Sem isso, a IA não escala. E mais. Pode piorar a experiência.
IA não corrige processo mal desenhado. Ela apenas o acelera.

 

Execução é o verdadeiro diferencial competitivo

Outro ponto muito forte do Dia 2 foi a mudança do discurso. O varejo não está mais debatendo tendências.
Está debatendo capacidade de execução.

Como usar IA para prever demanda com mais precisão, ajustar sortimento em tempo real, apoiar decisões de preço, integrar
canais, ganhar eficiência operacional e sustentar consistência na experiência.


Menos slide bonito.
Mais aprendizado operacional.

 

 

Um retorno poderoso ao básico


Entre tanta tecnologia, um movimento chamou atenção. O retorno ao básico bem feito.


Vimos isso claramente em lideranças como a de Fran Horowitz, da Abercrombie. Liderança eficaz não acontece apenas na sala de reuniões. Ela acontece no chão de loja, ouvindo clientes e colaboradores, entendendo o que está funcionando e o que está travando a experiência.


Essa proximidade acelera decisões e melhora a qualidade das escolhas. Mas essa agilidade precisa existir também nos bastidores.


Operação invisível é parte da experiência


Outro aprendizado forte do Dia 2 foi a valorização da operação invisívelQuando uma devolução acontece sem atrito.
Quando um pico de demanda causado por um vídeo viral no TikTok é absorvido sem ruptura.


Quando o cliente não percebe o esforço, mas sente o cuidado. Isso é experiência bem entregue.
A experiência que o cliente vê é sustentada por uma operação que ele não vê.


A era dos agentes de IA


O futuro do varejo orientado por agentes de IA apareceu de forma muito clara e muito prática.
Eles podem trabalhar diretamente com os dados da empresa e do cliente para criar jornadas de compra mais envolventes e
fluidas, transformando pontos isolados (busca, comércio, serviço) em uma experiência muito mais integrada e mais
positiva para o cliente.


É hora de testar, aprender rápido e ajustar.
Não adianta implementar a tecnologia e não entregar a promessa.


O varejo vencedor


O varejo vencedor não será apenas o mais digital.
Será o mais inteligente na integração entre tecnologia, marca, pessoas e experiência. IA não faz milagre.

Sem dados de qualidade, a resposta da IA gera mais problemas do que soluções.

A tecnologia não corrige decisões ruins. Ela apenas as escala.

 

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